sábado, 25 de setembro de 2010

3º - Tri-2010 - Juvenis - 13ª Lição



Lição 13
Vivendo em santificação

Texto Bíblico: 2 Coríntios 6.16-18; 7.1

É NECESSÁRIO ARREPENDIMENTO

A necessidade de arrependimento não é apenas para os novos convertidos. A necessidade de arrependimento de lágrimas e de acerto de vida diante do Senhor não termina quando a pessoa se converte. Arrependimento é uma atitude que deve ser constante, deve ser algo pleno em sua vida, dia após dia. O local de arrependimento é dentro de casa. É você voltar para sua esposa e dizer: “Perdoe-me” e vice-versa. É você, como pai, como mãe, pedir perdão aos filhos, e os filhos pedirem perdão aos pais.
Arrependimento é mudança de comportamento. Se você está assistindo a filmes pornográficos, se existem fitas revistas pornográficas dentro da sua casa e seus filhos sabem, eles não acreditam na sua fé. Você precisa experimentar algo chamado arrependimento.
Filhos que crescem presenciando desavenças, brigas e confusões entre os pais não vão aceitar a disciplina deles. Eles vão é criar revolta no coração dos filhos, porque estes não vêem no dia-a-dia de seus pais o testemunho da fé que deveriam ter. Arrependimento é mudança, é exatamente uma volta para o Senhor.
Deus é onisciente, sabe de todas as coisas. Deus sabe das coisas das quais você precisa se arrepender, das coisas que você precisa tirar da sua casa, tirar da sua vida. Em diversas situações, o Espírito Santo lhe fala que você precisa se arrepender, Você até reconhece, mas não toma decisão. Deus vê todas as coisas, Ele vê o pecado que torna a sua casa seca, estéril.

#       IDEIAS ERRÔNEAS ACERCA DA SANTIFICAÇÃO

Muitos cristãos descobrem o fato de que seu maior impedimento em chegar à santidade é a “carne”, a qual frustra sua marcha para perfeição. Como se conseguirá libertação da carne? Três opiniões erradas têm sido expostas:

A) “A Erradicação” de pecado inato é uma dessas ideias. Assim escreve Lewis Sperry Chafer: “Se a erradicação da natureza pecaminosa se consumasse, não haveria a morte física, pois essa é o resultado dessa natureza (Rm 5.12-21)”. Pois que houvessem experimentado essa “extirpação”, necessariamente gerariam filhos sem a natureza pecaminosa. Mas, mesmo que fosse realidade essa “extirpação”, ainda haveria o conflito com o mundo, a carne (aparte da natureza pecaminosa) e o Diabo; pois a “extirpação” desses males é obviamente antibíblica e não está incluída na própria teoria.

B) O Legalismo, a observância de regras e regulamentos. Paulo ensina que a lei não pode santificar (Romanos cap. 6), assim como também não pode justificar (Romanos 3). Essa verdade é exposta, e desenvolvida, na carta aos Gálatas. Paulo não está de nenhuma maneira depreciando a lei. Ele está defendendo-a contra conceitos errôneos quanto a seu propósito. Se um homem será salvo do pecado terá que ser por um poder a parte de si mesmo. Vamos empregar a ilustração de um termômetro. O tubo e o fluído vermelho representam o indivíduo. O registro dos graus representará a lei. Imaginem o termômetro dizendo: “Hoje não estou exatamente à marca; devo chegar a 30 graus”. Será que o termômetro poderia elevar-se à temperatura exigida? Não, deveria depender duma condição fora de si mesmo. Da mesma maneira o homem que percebe que não está á altura do ideal divino não pode elevar-se em um esforço de alcançá-lo. Sobre ele deve operar uma força a parte dele mesmo; e essa força é o poder do Espírito Santo.

C) Ascetismo representa a tentativa de subjugar a carne e alcançar a santidade por meio de privações e sofrimentos – o método que seguem os católicos romanos e os hindus ascéticos. Esse método parece estar baseado na antiga crença pagã de que toda matéria, incluindo o corpo, é má. O corpo, por conseguinte, é uma trava ao espírito, e quanto mais for castigado e subjugado, mais depressa se libertará o espírito. Isso é contrário às Escrituras, que ensinam que Deus criou tudo muito bom. É a alma e não o corpo que peca; portanto, são os impulsos pecaminosos aos que devem ser subjugados, e não a carne material. Ascetismo é uma tentativa de matar o “eu”, mas o “eu” não pode vencer o “eu”. Essa é a obra do Espírito.


#   TEXTO EXTRAÍDO DA OBRA: Conhecendo as Doutrinas da Bíblia. São Paulo, Editora Vida.

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